Colar de peças de bike

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Colar de peças de bike,

Curiosidades, Mulheres

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Hoje em dia vemos homens e mulheres usando brincos, colares, piercing, anéis, etc, não há restrições pois o mundo é unisex e não deve haver barreiras no direito de expressar, seja na fala, no comportamento, e na maneira de nos vestirmos.

Para quem é apaixonado por bikes como nós, criar acessórios para “equipar” o corpo não é segredo e também não é difícil, o pior é tirar da bike peças importantes e em bom estado, para que as criações fiquem bonitas.

Não precisa ser um profissional da criação de jóias e bijuterias, pois o estilo despojado dos bikers dispensa formalidades.

Não precisa ser um profissional da criação de jóias e bijuterias, pois o estilo despojado dos bikers dispensa formalidades.

Já vimos de tudo, piercing e brincos com niples (porca que segura os raios), pulseiras que usam a corrente da bike, cintos onde a fivela é uma engrenagem (COG), e a correia é uma tira de pneu, mas para criar uma peça autêntica que faz a combinação de vários itens é preciso ir além e juntar vários componentes como niples, pinhão com 11 ou 12 dentes, tampas de manopla, raios, válvula de câmara de ar, parafusos de alumínio e titânio, botões de ajuste de suspensão, espaçadores de eixo central cartucho e de cassete também, etc, do que for pequeno e interessante, principalmente se as peças forem anodizadas (banho químico para colorir peças de alumínio e titânio).

img-Colar_Legendas

Para fazer a criação, distribua as peças sobre uma folha branca e vá movimentando as peças, faça sobreposições e conexões, e logo você sentirá necessidade de cortar, furar e colar alguma coisa, esteja preparado. Materiais auxiliares como arame, cola (adesivo instantâneo universal), fio de nylon, broca de 1mm, alicate de bico fino, também são bem vindos na mesa.

O verso da peça revela um pouco mais sobre a fixação dos elementos, furos, cola e soldagem do fio de nylon aquecendo a ponta da chave de fenda.

O verso da peça revela um pouco mais sobre a fixação dos elementos, furos, cola e soldagem do fio de nylon aquecendo a ponta da chave de fenda.

Quanto mais elaborada, mais valorizada. Se conseguir, evite materiais que enferrujem.

Quanto mais elaborada, mais valorizada. Se conseguir, evite materiais que enferrujem.

As peças podem ser desmontadas e reordenadas em outras configurações, mas tenha cuidado de não usar peças quebradas, parafusos espanados ou muito machucados para não denegrir sua criação. Passe nas lojas e oficinas dando uma “rapa” e uma boa garimpada nesses tipos de peças e mãos a obra.

Bom pedal!

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Sobre o Autor

Edu Capivara é Delegado Internacional do Biketrial no Brasil desde 1991 e introdutor do esporte em meados da década de 80. É amigo pessoal de Pedro Pi, o inventor do Biketrial e de toda a cúpula da BIU (Biketrial International Union) . Profundo conhecedor do mundo da bike, começou suas aventuras em modalidades como o BMX e o Mountain Bike no início desses esportes no Brasil. Já participou de campeonatos mundiais de biketrial pelo mundo todo, inclusive do primeiro, em 1986 na Europa.

Comentários (2)

  1. Simone

    OI Edu, tudo bem? Estou descobrindo o mundo das bikes e tenho interesse em comprar um bike dobrável, nada muito sofisticado, apenas mais uma forma de me exercitar e gostaria de saber se há como melhorar esse tipo de bike! Vejo que a maioria tem 6 marchas Aro 20 . Você acha que vale a pena fazer alguma melhoria? Obrigada Ah seus vídeos são muito instrutivos (mesmo pra mim que não entendo nada de Supoer Cogs, etc mas prendeu minha atenção ontem e assisti a todos). Um abraço

    Responder
    • Edu Capivara

      Oi Simone, tudo certo?
      As dobráveis são aquilo mesmo, não dá pra melhorar muita coisa, as peças são muito específicas, só servem nelas mesmo. Há uma opção TOP, que já testamos, e se não me engano só tem 1 exemplar na importadora, uma Tern com peças mais leves, pneus mais finos, a bike é muito rápida, veja o Post: http://pedaleria.com/bicicleta-dobravel/ (a vermelho e branco).
      Achei linda essa bike, eu usaria para andar pela cidade!
      Obrigado por acompanhar nosso trabalho.
      Abraços;
      Edu Capivara

      Responder

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